quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Célulazinhas cinzentas

"O espírito do monhé", cap. I, 6ª parte

"Já estava inserido no seu novo meio e no seu novo trabalho. Era extremamente desgastante e exigia muito de si pois, lavar, limpar, enxaguar, desentupir e desintoxicar a pia da casa-de-banho do secretário adjunto do encarregado, não era para qualquer um... O seu novo chefe era muito badalhoco e refilava por qualquer pequeno deslize, o que levava o pobre monhé a esmerar-se nas suas importantes funções de limpar o cagatório oficial lá do sítio.

Mas o seu famoso espírito inventivo não o abandonou, não tendo aguentado sequer duas semanas sem utilizar as suas famosas célulazinhas cinzentas (êxtase humorístico), que, diga-se de passagem, eram em reduzidíssimo número para uma cabeçorra tão grande. Foi despedido por inventar um revolucionário e poderoso desentupidor de sanitas que, não fosse o ajudante do cozinheiro o ter confundido com o frasco do fermento e o ter posto na salada de atum, o que matou centenas de refugiados kurdos por intoxicação, teria entupido as encanações num raio de milhares de kilómetros.

Depois de ver gorada mais uma tentativa de inserção na sociedade, decidiu regressar a Cabo Verde, onde novas e emocionantes aventuras o aguardavam..."

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Spock Aníbal e os Antropófagos

"O espírito do monhé", cap. I, 5ª parte

"Cansado de lutar contra moinhos de vento e vítima de uma sociedade constrangida que não o compreendia fazia, logicamente, dele um incompreendido, razão que o levou a cometer adultério a si próprio e a fugir com a mulher do bibliotecário para a Caparica, onde teve tempo para concretizar o seu sonho de criança: tocar ferrinhos numa banda.

O único precalce naquele momento era a falta de um nome adequado para a banda. Depois de observar cuidadosamente uma longa lista encabeçada pelo nome "Crespo e os Ouriços", decidiu que "Spock Aníbal e os Antropófagos" era o mais ortodoxo. A banda alcançou as luzes da ribalta fazendo a banda sonora do filme "Vida canina" de Joaquim Matacão. O auge da carreira foi alcançado pelo estrondoso "êxit" da famosa melodia "aperta a ver se apita".

Já numa fase descendente da sua carreira teve ainda tempo para representar um pequeno papel na famosa comédia de João Matreco e Mané Penteado: "Ronhonhó alentejano", onde se destacaram as participações de Funji Cida, Feia de Suza e ainda de Quim Trazado, no protagonista.

Retirando-se posteriormente da 7ª arte, retornou às origens e requereu a reforma, retirando-se para uma fábrica de salsichas no sul da Florida, onde foi presenteado à chegada com um presunto autografado pelos Mum-Rá (extravagância típica local) e uma garrafa de Amarguinha "made in Portugal" com rótulo em espanhol, pela bela Marylinda Nãoroy, devido à importante descoberta do recarregador de isqueiros com bateria de 9 volts e da lâmpada quase eléctrica a pedais."

sábado, 13 de fevereiro de 2010

O berbigão e o louva-a-deus

"O espírito do monhé", cap. I, 4ª parte

"Recém chegado à Nova Zelândia, depois de atravessar as frias estepes Malveirenses a cavalo de uma mula, deparou com dois seus velhos conhecidos: Rambo Neco e Tarzoon Bido, famosos pelas suas brilhantes actuações em TV Rural e Crime disse ela. Convidaram-no para ir marfar uma caldeirada de cabrito a casa do Bugalho, mas assim que o nosso herói se apercebeu que o prato principal eram carapaus grelhados, vieram-lhe à memória tristes recordações do dia em que abandonou a sua carreira de peixeiro, quando teve de comer todo o seu stock de besugos. Enquanto os outros se deliciavam com pirolitos e gelados de cola, ele empanturrava-se com bacalhau da Noruega...

Tentou logo escapulir-se perguntando subtilmente a localização da casa-de-banho. Uma vez lá dentro, atirou-se imediatamente para dentro do autoclismo, mas constatando que o autoclismo não era uma forma de saída viável, decidiu saltar pela janela, que por acaso até estava aberta.

Enfim, foi uma amizade que proliferou por aqui além até Belém, e como eu sempre digo, cevada não é trigo. Foi por estas e por outras que o nosso herói passou despercebido pelas auréolas da humanidade, nunca tendo desviado os seus pensamentos para o cerne da questão, ao fim ao cabo a base de toda a estrutura cosmológica, ou seja, a célebre pergunta que todos ansiavam responder: Quem nasceu primeiro? O ovo ou a galinha?

Ovo e galinha esses que apesar de menosprezados pela existência de teses paralelas que apontavam o berbigão e o louva-a-deus como mais prováveis antecessores da humanidade, sempre foram os mais cotados representantes da Terra nos jogos olímpicos interplanetares."

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Monhé responde

Vamos hoje, na nossa rubrica "monhé responde", responder a uma questão enviada por uma leitora do blog de Vila Nova de Gaia. Chama-se Luísa, tem 22 anos e pediu para ficar no anonimato.

"Sou virgem e gostava de me manter assim até ao meu casamento, mas o meu namorado diz que não pode aguentar mais tempo e que se eu não fizer amor com ele não quer mais nada comigo. Que devo fazer?"
Luísa - 22 anos
Vila Nova de Gaia

Cara Luísa, sabes que deves ponderar a racionalização atómica do acto. Poderás submergir espontaneamente numa panóplia de dúvidas existenciais que poderão afectar ou não as consequências relativas da simetria exacerbada das conclusões viáveis, mas nunca te poderás esquecer que o desenvolvimento parcelar das combinações exóticas encontradas em certas plataformas vinculativas, poderá afectar, e muito, a derivação adversa e conclusiva do próprio acto em si. Por isso penso que, apesar de conjugadas todas as matrizes erráticas de precipitação floral, deverás reflectir acerca dos parâmetros socio-rastejantes que regem a definição concisa do pensamento humano.

Esperando, sinceramente, ter contribuído para o teu bem estar, despeço-me com a mais elevada estima,
O Monhé

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

De grão a grão

"O espírito do monhé", cap. I, 3ª parte

"Aos 18 anos de idade emigrou para Almeirim, concelho de Azambuja, onde se dedicou esforçadamente à profissão de capelão, sendo carrasco em part-time devido ao reduzido conteúdo do cesto das gorjetas e porque o chaval com boné à "puto da fisga" lhe palmava os tustos todos, não lhe deixando uma única pataca. Já aos 19 anos, com um imenso espírito empreendedor e dotado de uma perspicácia fabulosa, desenvolveu a tese mundialmente conhecida: de grão a grão acabam-se todos os grões.

Simultaneamente ao que se passava na Mesopotâmia, ia preenchendo a sua lista de condecorações, sendo considerado o carrasco do ano de 1564 (1993 cabeças fora). Era uma época em que a inquisição não lhe dava descanso. Este facto levou-o a abandonar a profissão de capelão para ir cortar cabeças a tempo inteiro para o Havai, a serviço de um importante mafioso.

Montou na sua mula Albertina, pois o nosso herói era de um opinião que um homem de mula vale por dois, além de pensar que a bicicleta estava fora moda e que os triciclos eram para pessoas mais velhas, despediu-se confiante em si próprio, meteu a primeira e lá foi ele a caminho da terra prometida.

Mas, decididamente, aquele não era o seu dia de sorte, pois a meio caminho entre Almeirim e a Sibéria, o nosso herói foi atacado por um enxame de furiosos carapaus salteadores, os famosos "carapaus de corrida". O pobre monhé desistiu, perdão, resistiu, e possuidor de um notável espírito numismático e de um facalhão de talhante de longo alcance que lhe fora oferecido pelo Ghengis Khan aquando da sua primeira visita oficial a Santacombadão ao serviço do Vaticano, conseguiu superar a violenta investida dos seus opositores e ratou-os até à espinha, tornando-se posteriormente peixeiro.

Constantando que ficar o dia todo sentado numa câmara frigorifica a vender besugos não era a sua vocação, pegou nos seus bagulhos e decidiu seguir viagem."

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Monhé responde

Monhé, o meio ser altamente subdesenvolvido responde com extrema falta de sapiência a todas as questões que lhe são colocadas.
Ganhador de uma marreta de oiro em 1714 no conceituado festival: "Os apanhados de uma perna, perna e meia." encontra-se à vossa disposição para o desabrochar dos seus dotes maravilhoso-magníficos de retumbantes advérbios e afins, com um cheirinho a alfazema...

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

A balada do monhé

Batem leve, levemente
Como quem chama por mim
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
E a chuva não bate assim
Fui ver
Era o monhé

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Coisa mai' linda

"O espírito do monhé", cap. I, 2ª parte

"Já dentro da sua mãe, que era tia ao mesmo tempo, se tinha notabilizado pela sua enorme falta de raciocínio, mas em contrapartida possuía um complexo "espírito" inventivo, que o levou, na altura do parto, a tentar sair por um ouvido. As consequências não foram as melhores, pois a mãe ficou com problemas auditivos, e ele com um pé maior que o outro. Mas ele não desanimou, e opinou logo que melhores dias viriam.

Foi quando a criança veio ao mundo que se notou que aquele "capricho da natureza" não era normal, e o quão importante era aquele momento para toda a humanidade, bem como para o desenrolar da História. Assim que apanhou o par de galhetas do médico, motivado não unicamente por razões de natureza técnico-columbófila, desatou na brincadeira e na palhaçada com o cordão umbilical, indagando-se continuamente acerca do porquê daquele bocado de tripa pendurado na pança, ao contrário do resto dos bebés, que disferem imediatamente um poderoso arroto com um desagradável, mas interessante, cheiro a camarões com maionese (última refeição da mãe), que geralmente soa a um Jeová a impingir bíblias.

Foi já fora da maternidade, que por ironia do destino era simultaneamente a taberna mais concorrida do Afeganistão, que o pequeno rebento deparou com um mundo totalmente estranho e, em sua opinião, com demasiados tons de azul. Subitamente, constatou que algo não estava bem e tratou logo de conjugar todos os seus esforços em chamar a atenção da taberneira para lhe mudar a fralda."

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

O pepino

Diospiros e canivetes
Suspiros na manhã
Vómito às paletes
Para fora das retretes
Com aroma a hortelã

Ramos de flores viçosas
Compotas de frutos vários
Bandos de moças formosas
Semi-nuas e gulosas
Escondidas dentro dos armários

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Crespomania: parte II



Daxe Renal: cheira a crespo

Espaço Sideral: onde há crespo há fogo

Espaço Sideral: mais vale um crespo a voar que dois na mão

Espaço Sideral: pera aí um crespo

Espaço Sideral: a quanto tá o kilo do crespo?

Daxe Renal: 35 crespos o kilo

Daxe Renal: crespassss

Daxe Renal: tá carote

Daxe Renal: c'um crespalho

Espaço Sideral: lol

Daxe Renal: crespa q os pariu

Espaço Sideral: lol

Daxe Renal: filhos da crespa

Espaço Sideral: upa upa crespadote

Daxe Renal: crespiuse-me

Espaço Sideral: como está o mar? está encrespado?

Daxe Renal: crespiu-se-me-lhe-ne

Espaço Sideral: lol

Daxe Renal: crespiu-se-me-se-lhe-me

Espaço Sideral: crespespopo

Espaço Sideral: pupu?

Espaço Sideral: crespespupu

Daxe Renal: a montanha pariu um crespo

Daxe Renal: é tão longe daqui a crespos como de crespos aqui

Espaço Sideral: lol

Daxe Renal: o crespo pariu um rato???

Espaço Sideral: Crespo Carreira e José Cid

Espaço Sideral: lol

Daxe Renal: Crespo Radela!

Daxe Renal: lollollolo

Espaço Sideral: o crespozomba

Espaço Sideral: Crespo Rada?

Daxe Renal: lolol

Espaço Sideral: Crespo Nheta?

Daxe Renal: lolollololol

Espaço Sideral: lololololol

Espaço Sideral: Crespo Nhão?

Daxe Renal: Crespo Nhetão da Silva

Espaço Sideral: lol

Espaço Sideral: 1 2 3 de Crespo Nhetão 4

Daxe Renal: Crespo Bico

Espaço Sideral: lol

Daxe Renal: lololololl

Espaço Sideral: Crespo Lítico

Daxe Renal: lol

Espaço Sideral: Crespo Lido

Daxe Renal: Crespo Lidinho

Espaço Sideral: lol

Daxe Renal: Crespo Mada

Espaço Sideral: llololololol

Daxe Renal: Crespo tas

Espaço Sideral: lol

Daxe Renal: Crespo Tanheiro

Espaço Sideral: Crespo Tado

Espaço Sideral: lolol

Daxe Renal: Crespo Tanoeiro

Espaço Sideral: Crespo Lícia

Daxe Renal: Crespo Dim

Espaço Sideral: lol

Daxe Renal: lol

Espaço Sideral: oloolololololololololololol

Daxe Renal: lololololololololol

Daxe Renal: já me dói a barriga

Daxe Renal: dass

Espaço Sideral: lololololol

Espaço Sideral: Crespo Dias?

Daxe Renal: Crespo Dera

Daxe Renal: Crespo rificação

Espaço Sideral: lol

Espaço Sideral: Crespo Nhaca

Daxe Renal: lolol

Espaço Sideral: lolololol

Daxe Renal: Crespo Rinol

Espaço Sideral: lol

Daxe Renal: Crespo Zado

Daxe Renal: lol

Daxe Renal: Crespo Rina

Espaço Sideral: lolol

Espaço Sideral: Crespo Caca

Daxe Renal: Crespo Rso

Espaço Sideral: lol

Daxe Renal: lollolol

Espaço Sideral: Crespo Galho

Daxe Renal: Crespo Ivo

Espaço Sideral: Crespo Tópico

Daxe Renal: Crespo Kelelê

Espaço Sideral: lololol

Daxe Renal: Crespo Nico

Daxe Renal: Crespe Nico

Daxe Renal: Crespe Daleira

Espaço Sideral: Crespe Nugem

Daxe Renal: lolllolol

Espaço Sideral: lololol

Daxe Renal: Crespe Ru

Daxe Renal: lolololollllollolol

Daxe Renal: Crespe Vide

Espaço Sideral: lol

Espaço Sideral: Crespo Va

Daxe Renal: Crespe Neirento

Daxe Renal: Crespim Ripiri

Daxe Renal: Craspas

Espaço Sideral: lol

Espaço Sideral: Craspas

Daxe Renal: Cresplashnikov

Espaço Sideral: Crespe Rlimpimpim...

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Crespomania



Fala-se muito neste momento acerca da eventual tentativa de silenciar Mário Crespo por parte de José Socrates. Nós louvamos o esforço do Primeiro Ministro, mas tememos que o resultado esteja definido à partida. Nós próprios já tentámos e sabemos que silenciar o Crespo não é p'ra toda a gente...

Há mais de 2 anos o Crespo entrou nas nossas vidas... Apoderou-se de tudo... Não havia mais nada. Bastava um olhar... Um gesto... E lá estava ele. Tudo tresandava a Crespo... Tentámos silenciá-lo na altura (como comprova a transcrição em baixo de uma conversa, até aqui secreta, de 5 de Junho de 2007), falando dele até à exaustão. Pensámos que desse modo ele nos deixaria em paz... Qual quê... Ainda hoje acordo a meio da noite com pesadelos...

Espaço Sideral: Tá tudo crespo?

Daxe Renal: crespíssimo!

Espaço Sideral: ehehehe

Daxe Renal: é sempre a crespar!

Espaço Sideral: sempre

Espaço Sideral: Como vão esses crespos?

Daxe Renal: vai mai um crespo

Espaço Sideral: senta-te aí e bebe mais um crespo

Daxe Renal: n sejas crespo

Espaço Sideral: lol

Daxe Renal: ´tás armado em crespo?

Espaço Sideral: para crespo crespimeio

Daxe Renal: um par de crespos

Espaço Sideral: lol

Espaço Sideral: um destes dias meto aí um crespo outra vez

Daxe Renal: és sempre bem crespo

Daxe Renal: apanhas o autocrespo

Espaço Sideral: lol

Espaço Sideral: crespomóbil

Daxe Renal: to the crespmobil

Daxe Renal: abre o crepo q eu vou de mota!

Daxe Renal: lolloll

Espaço Sideral: lolololol

Daxe Renal: o crespo encrespado encrespou a encrespadeira

Daxe Renal: era o crespo, era o crespo

Espaço Sideral: encrespiça?

Daxe Renal: encrespiçado

Daxe Renal: lolololol

Espaço Sideral: hehehehehehe

Daxe Renal: o crespo encrespado encrespou a encrespadeira que encrespiçava ao encrespecer

Espaço Sideral: não olhava para ti 2 vezes nem que fosses o Mário Crespo

Daxe Renal: lololololol

Espaço Sideral: Lilililililililana Marespoooo

Espaço Sideral: lolololololollolo

Daxe Renal: o crespo n limpa nada!

Espaço Sideral: O crespo que ri

Daxe Renal: afinal, o crespo era só um calhau

Daxe Renal: lololololollolol

Espaço Sideral: lolololol

Daxe Renal: o crespo n é p'ra mim

Espaço Sideral: lolololol

Espaço Sideral: Crespaço!

Espaço Sideral: Rijo que nem aço

Daxe Renal: crespim

Daxe Renal: mole q nem pudim

Espaço Sideral: frenesim

Espaço Sideral: lol

Daxe Renal: crespol

Daxe Renal: n é duro nem é mole

Espaço Sideral: lol

Espaço Sideral: crespil

Espaço Sideral: a nova versão do trotil

Espaço Sideral: crespomba

Espaço Sideral: o bagaço que é uma...

Daxe Renal: lava o cu e lava a tromba

Espaço Sideral: lol

Espaço Sideral: crespijo

Espaço Sideral: o hôme que cheira a xixi

Espaço Sideral: lol

Daxe Renal: lolol

Espaço Sideral: lolololololl

Daxe Renal: cresperda

Daxe Renal: o homem q cheira a cocó

Espaço Sideral: foi com pronto reparador e ajax daquele que limpa o crespo

Espaço Sideral: lol

Daxe Renal: lol

Espaço Sideral: atarracha-me o crespo

Espaço Sideral: alcatifa-mos crespos

Espaço Sideral: lol

Daxe Renal: lol

Espaço Sideral: com crespo ou sem crespo, eu bebo um fubá de cimento

Espaço Sideral: Jesus Crespo

Espaço Sideral: lol

  • Continua...

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

No MSN com o Bugalho

Conversa no MSN com o Bugalho no dia 7 de Janeiro de 2007. Brainstorming acerca dos capítulos 32 a 34 do vosso herói.

Bugalho:
yo

Daxe Renal:
yo

Bugalho:
então e o Espaço Sideral?

Bugalho:
aliás, o desaparecido...

Bugalho:
que é do Espaço Sideral?

Bugalho:
episódio 32 do espírito do monhé

Daxe Renal:
É uma ideia

Bugalho:
quando o nosso herói estava no seu novo escritório de detective, entram de sobressalto os escritores deste livro. Mas... Faltava um...

Bugalho:
era o Espaço Sideral, desaparecido já há alguns meses. Tornava-se já um mistério...

Bugalho:
ke é ke é feito do Espaço Sideral?

Daxe Renal:
teria sido raptado por extra terrestres, ou estaria perdido na bicha de uma repartição de finanças?

Bugalho:
um caso perfeito para o nosso vosso herói

Bugalho:
O monhé teria começado a investigação na loja do cidadão das Laranjeiras, mas ele próprio esteve perdido na fila da DGV por 3 horas

Daxe Renal:
conseguiu perder-se dele próprio inclusivamente

Daxe Renal:
deixou de saber quem era e acabou a vender amendoins na feira de Carcavelos

Bugalho:
o monhé só queria uma informação, mas a menina disse-lhe para tirar a senha

Bugalho:
era o 325...

Daxe Renal:
depois, mais tarde, passou p'ró negócio dos tremoços e das pevides, q era mais rentável

Bugalho:
só faltavam 135 para chegar à vez dele

Daxe Renal:
um dia de sorte, pensou ele!

Bugalho:
nem mais

Daxe Renal:
talvez lá para quarta feira esteja despachado

Bugalho:
quiçá

Bugalho:
népia, foram só 3 horas na fila da DGV

Bugalho:
fora as 3 horas para cada uma das filas

Daxe Renal:
e depois ainda teve de se meter numa bicha

Bugalho:
numa bicha...

Bugalho:
mas quem?

Bugalho:
onde?

Bugalho:
porquê?

Bugalho:
em que ano?

Daxe Renal:
ninguém sabe ao certo... ouve-se dizer, e tal...

Daxe Renal:
mas nunca ninguém viu!

Bugalho:
ahhhh... fala-se por aí

Daxe Renal:
corre o boato

Daxe Renal:
ouve-se nas esquinas

Daxe Renal:
sussurra-se nos cafés

Bugalho:
já é quase lenda

Daxe Renal:
conversa-se nas padarias

Daxe Renal:
discute-se nas feiras

Daxe Renal:
caga-se nas casas de banho

Bugalho:
até a pide-dgsinterviu

Daxe Renal:
eles andem aí q nem cães

Bugalho:
e fazerem-vos mal

Bugalho:
aíaí

Daxe Renal:
Mas isso não afectava o nosso herói q continuava como sempre foi. Estúpido q nem um calhau!

Bugalho:
capitulo xxxIII

Daxe Renal:
isso nos dias bons

Bugalho:
a pista

Bugalho:
surgiu uma pista, após troca de informações com a PIDE

Daxe Renal:
era uma pista de automóveis e o monhé decidiu investigar

Daxe Renal:
pegou numa lupa, e lá foi ele!

Bugalho:
era muito rápida, logo, decidiu desistir

Bugalho:
esta não era a correcta

Bugalho:
capitulo xxxIv

Daxe Renal:
e tinha muitas curvas

Bugalho:
bom nome

Daxe Renal:
capítulo 34 é um bom nome para um capítulo. Não é tão pretensioso como o 35 e é mais forte q o 33!

Bugalho:
vou buscar uma jolas...