sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

10 anos de conteúdos fabulosos

No seguimento das fantásticas comemorações do 10º aniversário do nosso blog, vamos seguir, seguindo o seguimento do sagui sanguinário, que seguiu pelo saguão seguindo o segway segundo a segundo, aceitando que o saguate não cai do sagueiro. Ou isto ou um maço de SG sem filtro dos azuis, porque os amarelos são para meninos.

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Título

Depois de três anos de conteúdos fabulosos, o nosso blog continua assim igual a si mesmo, mas de uma forma como que um pouco mais igual a si próprio.
Podíamos dizer e escrever tantas coisas acerca do que para aqui se riu e chorou, das noites sem dormir e dos dias sem acordar, mas preferimos enveredar por caminhos que, de tão redondinhos, lembram gaivotas voando e cavalos correndo nas montanhas infinitas do pensamento.
Entretanto, no segundo esquerdo de uma casa azul, numa varanda apertada de um quarto andar, há um canário amarelo numa gaiola pequena que não sabe cantar.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Que maravilha

O resguardo da gabardine faz-me comichão no ombro, mas enquanto o escaravelho empurra o bolo de bosta pela encosta acima, o Monhé desliza alegremente pela encosta abaixo, lubrificado pelo mosto húmido e quente que o aconchega ternamente, até esbarrar contra uma velha que se borrou toda com o susto.
A velha nunca mais foi a mesma, e o monhé continuou igual.

E com esta vos deixo, acrescentando apenas um pensamento para todos reflectirmos:
Três vezes nove vinte e sete, noves fora nada...

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Atão??

Vamo lá ver uma coisa...
Tá visto?
Muito bem.
Não sei se o vosso Herói terá visto mas andou lá longe, como de costume aliás.
Pede-se um Monhé ao mais alto nível para a prestação na Champions logo à noitinha.
Competição Mundial que alimenta a fama do vosso Monhé preferido em todas as galáxias menos na via Láctea, por motivos óbvios. Ele é daqui né... pois...

Assim sendo e depois de ter mandado abaixo 3 copos de água e 1 kompensam por causa do álcool, virou-se pá ginja e fez 2 brilhantes auto-golos na última partida.
Ovação em pé e busto de ouro para o vosso herói preferido.
Ainda hoje é recordado como a melhor prestação de todos os texugos siberianos e ainda com a benesse de um deles ter sido com a mão.
Ah... belos tempos recorda o vosso herói olhando para o futuro com ambição desmedida...

Esta noite prometo pelo menos enfiar uma no poste, disse ele de peito cheio!

A multidão, ansiosa pelo começo da partida, já tem os cachecóis sem mofo mas ligeiramente esburacados mais que ao pescoço.

O simbolo do Monhé vive!

A voltinha matinal já foi feita e o Monhé aparentou estar em grande forma pois conseguiu efectuar 2 voltas ao seu penico sem grande esforço.

Aguardamos ansiosamente o final da partida para esquecermos o assunto de vez!

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Estamos de volta

Olá vossos amigos.
O Monhé está de volta com novas aventuras aventureiras.
Esperamos que estes novos capítulos venham a ser do nosso agrado.
Quanto a voces.. apareçam e mandem postas ao vosso Monhé preferido (ou não)...

O Monhé está à vossa espera com ui... sei lá...
Para este e mais capítulos o vosso herói conta com a preciosa ajuda de uma debulhadora industrial made in Carcavelos e ainda uma saxola das boas, adquirida com muito esforço na loja dos trezentos de Azeitão.

Como não podia deixar de ser, não pode.

Obrigado pela atenção não dispensada e voltaremos quem sabe num cavalo alado e umas hortelãs...

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

2011 em retrospectiva

2011 está quase a terminar e é altura do blog fazer uma retrospectiva de tudo o que aqui se passou durante o ano. Já está. Esperemos que em 2012 consigamos igualar o nível de excelência de conteúdos deste ano. Vai ser difícil, mas a nossa equipa está disposta a, contra tudo e contra todos, redefinir horizontes no que toca a fazer cenas e assim...

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

5 anos online

No seguimento das fantásticas comemorações do quinto aniversário do blog, vamos oferecer um pisa-papéis e uma calçadeira a uma instituição muito jeitosa, que às vezes até dá e bem sem olhar a quem, e um corta-unhas cromado com missangas roxas.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Mensagem de Natal

O Monhé, embebido de espírito natalício, vomitou na carpete e em cima do bolo rei. Depois, urinou nas filhoses e perguntou as horas ao Pai Natal, pois já estava quase na hora de deixar o presente no presépio.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

O sub-espaço espacial

"O espírito do monhé", cap. IX

Com 20 anos a mais em cima do pelo, o "vosso" herói acabou por ir por aí abaixo disparado num mar inóspito de sentimentos controversos que inflamavam em si a panóplia infindável de caixinhas de mom chérri, abarbatadas da caixa do correio do abrunho do 3º esquerdo, que tinha ingerido ao longo de todo este tempo. Isto dizia tudo: era hora de agir! E, sem mais demoras, esperou um bocadinho. Depois aguardou um pedaço, e então aguentou uma beca. Mais tarde, completamente exausto do esforço continuado a que tal aventura magnífica o tinha obrigado, decidiu contemplar a flagrante inexistência de espaço dentro do sub-espaço espacial do próprio espaço. 'Teve nisto mais um pouco e adormeceu...
Quando acordou, já cansado, percebeu que tudo tinha sido um sonho e que não tinha 20 anos a mais, mas exactamente a mesma idade que teria se fizesse anos todos os anos. Mas como os anos quebram a estaleca da reforma agrária, podemos com certeza afirmar que a rugosidade pélvica já referida pode transcender-se a si própria, rodando 180 graus no sentido oposto ao dos ponteiros do relógio, e também no sentido de dar a si própria um escudo protector de agressões exteriores que neste momento assolam o pertinente abstracto do puxador da porta do quarto do sacristão.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Rabiscos indecifráveis

"O espírito do monhé", cap. VII???

Não fazemos ideia se este é o capítulo 7, mas como temos o 8 e o último do livro é o 6, parece-nos bem. Sabemos que é um capítulo...
Como este "texto" foi escrito originalmente com as unhas dos pés em mortalhas conquistador, há muitas palavras e frases que já não são perceptíveis, já para não falar do facto de algumas das mortalhas já terem sido fumadas.

Embora a história deste capítulo tenha perdido completamente o nexo, pensamos que mantém a coerência do livro.

"(...) a ajuda de alguns seus velhos conhecidos: o maior detective do mundo (Sherlock Bones), o maior observador de factos do mundo (Mr. Magoo), e o mais inventivo de todos os agentes secretos, o conhecido 00Zero. A primeira testemunha era o capuchinho vermelho, que desta vez usava um capuchinho azul.

Inspector Ventoínha - Entre o capuchinho.
Capuchinho - Posso entrar?
ooZero - Então não?
Mr. Magoo - Bué! Tamos aí!
Sherlock Bones - Pode entrar o quê?
Inspector Ventoínha - Então menina, onde é que estava à hora do crime?
Capuchinho - Qual crime? Posso ir à casa-de-banho?
Inspector Ventoínha - O crime! Então de que crime é que estamos a falar?
Sherlock Bones - Segunda porta à esquerda.
Capuchinho - Não sei, eu na altura estava atrás do lobo mau...(...)"

"(...) depois então é que criou o seu mais conhecido drama liturgico-linfático: "Brancué-galinhopõe", que depois mudou de nome para "Vacopõe-galinhodá", onde constava um saber higiénico-alfabético baseado na práctica do W.C."

domingo, 2 de maio de 2010

Quem é o monhé?

Com uma votação recorde, o fantástico personagem de animação Noddy foi o grande vencedor da nossa 2ª grande sondagem "quem é o monhé?", realizada entre os dias 1 e 15 do passado mês de Março. Seguem os resultados integrais:

1º - Noddy - 3 votos;
2º - Manuela Moura Guedes - 2 votos;
3º - Tarzan Taborda e Júlio Isidro - 1 voto cada.

Está a partir deste momento aberta a 3ª sondagem "quem é o monhé?", com figuras de topo da nossa sociedade. Apelamos à não abstenção!

sexta-feira, 12 de março de 2010

A Famel: parte 2

"O espírito do monhé", cap. VIII, 2ª parte

E foi assim que passou mais um dia na vida do nosso triste, mas oriundo de qualquer lado, herói, que não sendo nada de extraordinário é melhor do que muitos que andam aí, coitados, que nem têm cariz suficiente para exercer com verticalidade uma posição em relação à Famel em questão na página anterior, quanto mais fazer um empreendimento promíscuo no sul do Nabal. Mais precisamente, na periferia da plantação de begónias alucinogénicas gigantes em que o monhé perdeu os calços de travão da Famel referida já nesta página, bem como na anterior.

Isto não é um erro untugárfico, mas sim um verdadeiro cálculo de probabilidades de 1 para um milhão, onde o monhé encaixa de cartão vale mais de um milhão. Ou isso ou sopa de barbatana de tubaralho (tubarão após comer bugalho).

Entrementes, no W.C. do cadillac, uma sanguínea tragédia tem lugar: O monhé rompeu-se todo e esvaiu-se em sangue. A garina, indignada com a poça de sangue (ex-monhé), teve como primeira reacção divertir-se a cantar "singing in the blood" de Ramão Hortigalho (bugalho depois de ir à horta), mas rapidamente se apercebeu das terríveis consequências que tal acto poderia trazer, pois tal poça, em tal chão, em tal sítio, às tantas horas, era algo incompreensível para alguém daquela idade... Porquê, não sei, mas porém talvez.

Assim se passou mais um dia na vida do monhé. Não foi um dia normal, mas um dia talvez ligeiramente obtuso e estranhamente ambíguo, com um toquezinho ou dois de alguma coisa cor-de-laranja, e talvez um pouco mais que ainda não. Mas, no entanto, é sempre crlzzgrrxx(?).
E pronto. Já focámos os pontos menos importantes da vida do Manhú(?), e teoricamente falando esta história já acabou, mas não sei porquê, nem para onde, nem sequer ou se não quer, e apeteceu-me escrever mais umas linhas que não sei se alguém chegará a ler, mas, no entanto, a sorte acompanha-o e foi assim.

E já agora, uma informação de última hora: Ouvi dizer que houve alguém que despoletou em si próprio uma reacção gástrico-anal de grau 4 da escala de Ptolomodes e que porém, depois de uma ou duas pomadinhas, ainda chegou a tempo de salvar o travão de mão e a campainha da Famel já várias vezes referida ao longo desta história, que impelida por uma força visiculo-transladacionária ia batendo em algo(dão), o que não teria sido mais que um pequeno desastre melancólico-ampérico. Mas prontos, é isso mais ou menos... não sei... Bem, já me doem os olhos de tanto não escrever e já me começam a estalar os joanetes."